Ler é ter o mundo nas mãos!
Luciana Saudade, de Carlos Heitor Cony

Postei nesta sexta-feira, dia 5 de janeiro, primeira sexta de 2018, um vídeo sobre um dos livros paradidáticos que li na minha infância. Nos anos 90, os livros obrigatórios na escola eram nesse estilo. Vocês acham que os de hoje são mais leves ou mais pesados, mais densos ou superficiais…? acho que depende muito das escolas, se são públicas ou privadas, dos estados e certamente, dos países e do que é considerado como uma literatura básica, indispensável para a formação de uma criança ou de um jovem. Na minha escola, líamos muito Machado de Assis, Graciliano Ramos, Cony e muitos paradidáticos escritos por autores como o Carlos Heitor Cony. Na época em que eu li o “Luciana”, eu me deliciei com a liberdade que ela tinha de passear sozinha pelos parques, ir e voltar sozinha da escola, experiência que meu irmão e eu não tivemos, senão depois dos 17 anos, e com o maior dos cuidados e inúmeras precauções. Crescer no Rio de Janeiro, nos anos 90, não foi fácil. Tínhamos acesso a cursos, livros, viagens de férias, brinquedos e muitas atividades extra-curriculares mas não tínhamos a leveza das crianças que podiam brincar na rua, sozinhas, sem supervisão. Havia muitos…

Uma tarde na Biblioteca Nacional

Nada como passar uma manhã ou uma tarde conhecendo um dos lugares mais charmosos e edificantes do centro histórico do Rio de Janeiro. A famosa Biblioteca Nacional, a maior biblioteca da América Latina e a sétima maior biblioteca Nacional de acordo com a Unesco.   Estas imagens acima são do Hall de entrada: lindo e majestoso! Não há quem desgoste de posar para fotos aqui, tanto brasileiros quanto estrangeiros. Atrás de mim tem o busto de Dom João, o fundador da Instituição, nascida em 1810. Teto original que permite a entrada da luz solar, na medida certa! Todos os livros que são impressos no Brasil têm uma cópia registrada e devidamente organizada nas estantes da biblioteca nacional. Salas para consulta das obras. Para ter acesso a certos títulos, é preciso marcar previamente uma entrevista com o bibliotecário responsável.