Ler é ter o mundo nas mãos!
Livros que curam qualquer coração partido!
biblioteca , book haul , educação , história , livros / 31 de dezembro de 2017

está com o coração partido? Terminou o namoro ou o casamento? Perdeu o emprego? Perdeu um grande amor? Não faltam acontecimentos e razões para nos sentirmos com o coração despedaçado, não é mesmo? mas até o coração precisa de um recomeço, de um novo começo, de uma nova chance, de um novo olhar, e antes de um novo amor, que tal, começar a ler um livro?! sim! Os grandes livros nos tiram de nossas preocupações egoicas, nos lançam no desconhecido mundo do lado de fora das nossas inquietações rotineiras, nos dão novas perspectivas e nos permitem reler nossas dores e nossas relações com os outros. Os Grandes livros operam milagres no nosso coração! Por isso, no vídeo de hoje eu dou dicas de livros pra você ler quando estiver na fossa e precisar desesperadamente curar seu coração partido 💔!

Uma breve história do Perfume
educação , história , livros , século XIX , século XVIII / 31 de dezembro de 2017

Você adora perfume mas aposto que não sabe muito sobre as origens desse objeto cultural tão indispensável e tão revelador da identidade, tanto para os homens quanto para as mulheres! Você sabia que o perfume tem sua origem nos antigos rituais religiosos dos egípcios e aos poucos foi sendo incorporado aos hábitos seculares com a produção sistemática de fragrâncias alavancada pelos gregos e em seguida pelos romanos? No vídeo que eu fiz sobre essa história fascinante há muitas outras informações que vão cativar você e tornarão a experiência de usar um perfume muito mais interessante!

Trópico de Câncer e o Calor da literatura de Boudoir

 Trópico de Câncer, Henry Miller (1934) O livro começa com uma citação do Ralph Waldo Emerson, um poeta e filósofo muito admirado por Henry Miller. Sobre o surgimento de um tipo de escrita autobiográfica como a expressão de um novo estilo. Mas para que isso surgisse seria preciso que o homem pudesse separar aquilo que ele viveu da escrita que produziria sobre sua experiência. Uma mistura de autobiografia enfeitada com os volteios e os coloridos da ficção. Mas é bem possível que no caso do Henry Miller sua imaginação tenha sido até tímida se comparada com a intensidade das experiências que ele viveu. O período narrado em o trópico de câncer cobre os meses entre 1928 e 1929 quando ele viveu em Paris com sua segunda esposa June. Mais tarde ele voltou a Paris e só voltou aos Estados Unidos com o início da segunda guerra mundial. O livro foi lançado em 1934, publicado com o apoio da escritora francesa Anaïs Nin, mas foi proibido nos Estados Unidos até a década de 60. Por que o livro tem esse título? E conta o período que ele viveu em Paris com pouco dinheiro mas muitos amigos. Dependia de amigos ricos para…

Notas sobre minha leitura do Romanov

Depois de ter ter lido o incrível “Nicolau & Alexandra: o último casal Romanov”, do historiador Robert K. Massie, decidi fazer esse vídeo comentando o livro e suas diversas seções e falando da minha experiência com essa leitura. Dá uma conferida e deixa seu comentário se você já leu esse livro ou está pensando em começar a lê-lo!  

Os Romanov, o fim da Saga [6º e último vídeo]

Quando eu leio o Massie eu me sinto um viajante que nunca acaba de fazer a mala, que sempre acha algo importante para levar consigo. São tantas as informações que ele nos dá que nos faltam braços na memória para guardar tudo! E tudo o que é dito parece tão raro, tão extraordinário! Tudo é relíquia, tudo é um achado! Tudo deve ser sabido e absorvido. Eu me sinto um viajante também por outra razão! Porque eu passeio pelos séculos como quem passeia por uma galeria de arte. Vejamos como exemplo. No meio da bagunça do DNA celular e do DNA mitocondrial, não porque ele se expresse de forma desorganizada! Não! Pelo contrário, sua escrita é na medida, é um conta-gotas preciso. Não há palavras sobrando. Mas há reviravoltas de estilo. No meio da disputa entre dois grupos americanos pela tese da mutação na sequência de DNA de Nicolau se encerra um capítulo e em seguida, o próximo, traz Pedro, o Grande, em seu cavalo, abrindo o caminho da modernidade e dos avanços para a Rússia. Fundando São Petersburgo e Ekaterinburg em homenagem à sua segundo esposa, Catarina I. Massie se sente à vontade com esses saltos no tempo e…

Vídeo 3 da nossa série especialíssima sobre os Romanov

Vídeo 3 da nossa odisseia, dossiê, investigação, obsessão… 😂😂😂 mas o fato é que nos sentimos cada vez mais enredados pela história que o Robert K. Massie nos conta e ficamos cada vez mais apaixonados pela vida dos últimos Romanov! Venham comigo em mais uma etapa mar adentro! Vamos então ao processo de descoberta dos corpos que só se tornou possível pelo encontro de dois homens incríveis: Aleksander Avdonin e Geli Ryabov.

Romanov: the final chapter never ends…

Sabe quando alguém te dá o “resumo da ópera” e te conta em poucas palavras o essencial de uma história longuíssima?! Pois é. Esta é a ideia! Neste vídeo eu te ajudo a entender em pouco tempo a descoberta dos ossos dos Romanov e os principais cientistas e investigadores envolvidos nisso tudo. Assista e fique por dentro de tudo! Aproveita e se inscreve lá no meu canal no YouTube porque às terças e sextas, às 19h tem sempre uma história incrível esperando por você! 🎉🎉🎉🎉🎉❤️❤️❤️❤️❤️  

Bartleby, o escriturário /Bartleby o escrevente
livros , novela , século XIX , Sem categoria / 4 de dezembro de 2017

Esta é uma novela incrível, do grande escritor Herman Melville. Escrita em 1853, depois da grande fama de “Moby Dick”, publicado em 1851, Melville pretendia começar a enviar narrativas que fossem publicáveis em jornais, já que sua fama se estancara com o lançamento da Odisseia de um homem contra uma baleia cachalote. Aqui Melville se dedica a uma verdadeira etnografia dos escriturários ou copistas de uma empresa de advocacia, que é propriedade do narrador da história. Bartleby era um funcionário que apareceu de repente em resposta a um anúncio já antigo que o advogado colocara num jornal solicitando um novo empregado. O narrador se assume e se descreve como um “advogado de pouca ambição, que na suave tranquilidade de um retiro sossegado, realiza um trabalho sossegado com títulos, hipotecas e escrituras de homens ricos” (Melville, 1853, “Bartleby, o escriturário, extraído da versão eletrônica da obra para Kindle). Já para Bartleby, a descrição é bem diferente “Sua expressão era tranquila; seus olhos cinzentos, calmos e opacos. (…) palidamente limpo, tristemente respeitável, incuravelmente pobre” (Melville, 1853, “Bartleby, o escriturário, extraído da versão eletrônica da obra para Kindle). Bartleby começa a trabalhar na empresa mas rapidamente começa a causar problemas com sua “educada arrogância”,…