Ler é ter o mundo nas mãos!
OS ROMANOV: o fim da dinastia

Neste livro há um brilhante mas doloroso desdobramento dos últimos meses de vida da família Romanov. Esse período já foi trabalhado pelo Massie na obra monumental, a primeira que eu li, Nicolau & Aleksandra. trágico Mas neste aqui é como se Massie ainda não tivesse esgotado tudo o que sabe sobre todo o sofrimento que a família Romanov viveu nos diferentes cativeiros até sua brutal execução em julho de 1918.  

Clarice Lispector e os pensamentos do coelho!
educação , literatura infantil / 21 de novembro de 2017

Quem, senão Clarice Lispector, poderia imaginar um personagem tão incrível, fofo e ao mesmo tempo burrinho, como Joãozinho, um coelho gorducho e fujão? Sob o pretexto de descobrir o mistério do desaparecimento do coelho da gaiola, Clarice introduz o tema dos mistérios da vida para as crianças. Conta sobre como elas lidam com questões para as quais elas ainda não têm ferramentas emocionais e conceituais que as ajudem a solucionar os enigmas que elaboram. A chegada dos bebês. A morte. O amor. O sofrimento das pequenas coisas do cotidiano. Neste vídeo eu conto um pouco sobre a história e trago algumas vias de interpretação:  

Madame Bovary: trechos inesquecíveis
educação , literatura francesa , livros , Romance , século XIX / 21 de novembro de 2017

De minha leitura da obra e de minha releitura também feita esse ano com vocês lá no meu canal, https://www.youtube.com/channel/UCjZxSYYrACBnmC5cFDQzX_Q Ficaram na memória e nos cadernos alguns trechos inesquecíveis e quero neste post compartilhar alguns com vocês. « Elle devenait irritable, gourmande, et voluptueuse; et elle se promenait avec lui dans les rues, tête haute, sans peur, disait-elle, de se compromettre » (Gustave Flaubert, p.261). « Ce fut moins par vanité que dans le seul but de lui complaire. Il ne discutait pas ses idées; il acceptait tous ses goûts; il devenait sa maîtresse plutôt qu’elle n’etait la sienne » (p. 262). « Où donc avait-elle appris cette corruption, presque immatérielle à force d’être profonde et dissimulée? » (p. 263).